Quem é você durante uma conversa: a pessoa que presta atenção ao que é dito, ou a que fica formulando o que vai falar assim que tiver uma brecha?

Nem precisa responder, só refletir mesmo. Você vai ver que o mais comum é o segundo perfil e que até mesmo você repete esse comportamento, talvez sem perceber.

Bem, não é à toa. Parece que elegeram a opinião como métrica de conhecimento da vez: se você não tem uma, qualquer que seja, então tá por fora.

E é nessa que muita gente corre para falar mais, sem se preocupar se está compreendendo menos.

Parafraseando outro poeta da música, pode ser que essa coisa de ter que ter uma opinião formada sobre tudo seja um baita entrave para nossas metamorfoses…

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Acredito que esse seja um dos principais desejos que impulsionam as transformações que temos acompanhado ao longo dos últimos tempos, primeiro lá fora e agora no Brasil.

É um fato que não são todas as pessoas que podem se dar ao luxo (acho que esse aspecto tá claro para todos) de trilhar o caminho em busca da autonomia.

Mas também é um fato que as mudanças e adversidades impostas pela pandemia deram uma “chacoalhada” em muita gente. Foi como se acordassem para a brevidade/finitude da vida, para os próprios anseios, propósitos e objetivos, além de outras questões. E o desenvolvimento emocional é uma delas.

Ainda é cedo para qualquer análise aprofundada e até mesmo para diagnósticos mais precisos desse cenário, mas é bastante inteligente que as empresas e lideranças estejam atentas!

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Sylvestre Mergulhão

Sylvestre Mergulhão

CEO da Impulso. Times que crescem com a sua empresa. Qualquer perfil. Qualquer stack.